Bastidores

Presidente do PSD de Sandolândia critica governistas e defende que oposição estará unida em 2018

“Uma coisa é certa. O grupo politico que nós fazemos parte não se alinha com o grupo da atual gestão. Porque eles são extremamente incompetentes e incapazes de agregar lideranças. Hoje não tem o apoio de deputados e muito menos do governo”.

  • Publicado em 17/Abr/2017 às 10h14 ( atualizado às 20h31).

O ex-candidato a prefeito e presidente do diretório municipal do PSD em Sandolândia, Geordani Oliveira, disse hoje, 09, ao portal www.claudemirbrito.com.br, que seu grupo espera o cenário político estadual ser desenhado para traçar metas e caminhos visando as eleições de 2018.

“Acredito que como todo o estado, estamos esperando para ver como se desenha a questão eleitoral de 2018, pois o que estamos enxergando é uma indefinição das próprias lideranças estaduais. Como em todas as eleições as coisas começam a se definir somente após o mês de setembro, aí é quando começam a ser cogitados os possíveis nomes para a disputa aqui em Sandolândia. A oposição está unida para definir o melhor caminho a ser seguido”, frisou Oliveira.

Nas eleições do ano passado, Oliveira foi apoiado pelos ex-prefeitos Adalberto Leme de Andrade e Brizola e a parceria pode se repetir nas eleições do ano que vem. “Recebi o apoio do Adalberto em minha campanha para prefeito, por isso agradeço e acredito que sim, podemos nos unir e caminhar juntos, apoiando o melhor nome para governar o Estado”, adiantou.

Sobre uma possível aproximação com o grupo comandado pela prefeita Silvinha Silva (PR), Geordani garantiu que não existe possibilidade. “Uma coisa é certa. O grupo politico que nós fazemos parte não se alinha com o grupo da atual gestão. Porque eles são extremamente incompetentes e incapazes de agregar lideranças. Hoje não tem o apoio de deputados e muito menos do governo”, comentou

Corre na justiça
Geordani comentou também sobre processo que está correndo na justiça em quatro processos contra a coligação que reelegeu a prefeita Silvinha Silva. “Estamos questionando na justiça eleitoral quatro processos, pois acreditamos ter havido abuso de poder político, econômico e uso indevido da máquina em período vedado.

Contratação de funcionários fantasmas, realização de rodeio show em período proibido com intuito de promoção pessoal e prestação de contas fraudulenta. E também de candidatos a vereadores que não se afastaram dos cargos comissionados e concorreram no pleito e o preenchimento de vagas femininas na coligação proporcional só de faixada. Os processos estão em fase de oitiva de testemunhas”, finalizou.