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“Argumentos infundados”, diz Cristiane Uchôa sobre reportagem denunciando supostas irregularidades praticadas no Hospital Regional de Augustinópolis

  • Publicado em 23/Fev/2019 às 11h41 ( atualizado às 12h30).



Cristiane Uchôa é agora diretora do Hospital Regional de Gurupi


A atual diretora do Hospital Regional de Gurupi, Cristiane Uchoâ enviou nota ao portal www.claudemirbrito.com.br rebatendo as acusações feitas pela reportagem publicada pelo jornalista Gerônimo Cardoso nas redes sociais, sobre supostas irregularidades praticadas por Cristiane enquanto diretora geral do Hospital Regional de Augustinópolis. 

Segundo Cristiane Uchoa, os problemas apresentados durante sua gestão no Hospital Regional de Augustinópolis foram consequências do déficit de servidores. A respeito da principal acusação feita pelo jornalista de que a ex-diretora teria se beneficiado de seu cargo para fazer procedimentos estéticos nela mesmos, Uchoa rebate dizendo que o procedimento foi realizado dentro legalidade, e que o Gerônimo Cardoso usou “argumentos infundados”, e que todos os fatos foram esclarecidos, e, segundo ela, não houve oneração ou desvio de recursos públicos.

Na reportagem feita pelo jornalista Geronimo Cardoso, as informações apresentadas são de uma ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público estadual contra a ex-secretária. 

Veja nota na íntegra: 

Cristiane costa Uchôa, nascida em AUGUTINOPOLIS-TO, 33 anos, funcionária pública
concursada, na saúde do Estado Tocantins, Formação profissional, graduada em gestão
Hospitalar, especialista; Gestão em Hospital Publica, Gestão em Saúde Publica... Com formação
profissional ampla.

Experiência Profissional foi coordenadora da Vigilância sanitária municipal do município de
AUGUSTINOPOLIS-TO, posterior Supervisora da vigilância em saúde do Município de
Augustinopolis–TO, onde a mesma deixou o cargo pela porta frente para assumir de
coordenadora Financeira do Hospital Regional de Augustinopolis, passou por várias gestões no
mesmo cargo, com trabalho, honesto, de responsabilidade e integridade, sendo promovida em
2016 a Direção do mesmo.

Recebeu o titulo de grau em DOUTOR HONORIS CAUSA, pela Faculdade de Ciência Medicinais e
Jurídica FACMED. Em homenagem ao excelente serviço prestado junto ao Hospital Regional de
Augustinopolis-TO

Cabe citar que a mesma foi docente nas faculdades do Bico, bem como UNITINS e FABIC,
ministrando também aulas nos cursos profissionalizantes da região, deixando a docência para
dedicação exclusiva ao cargo que assumira.

Há muito tempo a SAÚDE PÚBLICA, vem se rastejando aos mais falados temas e títulos, porém
quem de fato sabe o que se passa é quem esta a frente de uma unidade saúde, onde não são
ordenadores de despesas, não tem acesso a nada mais do que os problemas diários, o déficit de
médicos, materiais e medicamentos, estruturas insuficientes e uma demanda de pacientes
exorbitante.

A rede não funciona hospitais lotados, pela falta dos serviços preconizados na atenção primária,
as unidades básicas não funcionam e quando funciona, funcionam de forma básica,
atendimentos precários, quantidade insuficiente a nossa realidade entre outros motivos que
contribuem para o “CAOS”.

Com Relação ao vídeo postado pelo jornalista Gerônimo Cardoso, no ultimo de 20/02/2019
difamando e caluniando pontualmente a Ex-Diretora do Hospital de Augustinopolis-To e Atual
Diretora do Hospital Regional de Gurupi durante todo tempo de sua gestão junto ao Hospital
Regional de Augustinopolis, mostrou transparência, responsabilidade e determinação junto a
equipe formada por servidores daquela época, alguns ainda fazem parte do quadro de
servidores, uma gestão colegiada e de governança, cabe citar que existem vários empecilhos, e
naquele momento tinham vários. Faltava o básico, como comida para pacientes, materiais de
higiene e limpeza, materiais e medicamentos essenciais para o funcionamento daquela
instituição de saúde.

Frota de veículos sucateada, hospital inteiro funcionando com bala de oxigênio, defict de
servidores primordiais para manter a porta de entrada do hospital funcionando, bem como
cirurgião geral, ortopedistas, clínicos gerais, pediatras e obstetras, porém no decorrer desse
período foi desenvolvido um trabalho coletivo junta maçonaria, faculdades da região, servidores
para manter aquele serviço funcionando reuniões e reuniões, na busca de suprir o básico.