Tocantins

Comissão de Combate à Desinformação do TRE-TO reforça mobilização nacional contra as fake news nas Eleições 2020

Entre as atribuições previstas para a Comissão está a elaboração de campanhas e checagem de conteúdos

  • Publicado em 16/Oct/2020 às 15h27 ( atualizado às 11h26).

Criada com o objetivo de fortalecer as ações da Justiça Eleitoral no enfrentamento às fake news, a Comissão de Combate à Desinformação do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) realizou, nesta quinta-feira (15/10), a primeira reunião do grupo formado para atuar com foco nas eleições 2020, marcadas para 15 de novembro.

Entre as atribuições previstas para a Comissão está a checagem de conteúdos supostamente falsos ou que tenham sido manipulados de forma a distorcer os fatos; fortalecimento do canal de comunicação com a imprensa; e elaboração de campanhas de combate à desinformação sobre o funcionamento da Justiça Eleitoral, a confiabilidade das urnas e as auditorias do sistema eletrônico de votação.

A comissão é presidida pela jornalista Paula Bittencourt, assessora de Comunicação do TRE-TO, e tem como membros 12 servidores das mais diversas áreas do Tribunal. “O objetivo é ter todos os setores representados na comissão de forma a garantir agilidade no trato das demandas que chegarem ao nosso conhecimento. A desinformação tem que ser combatida com informação e, para isso, o tempo de resposta é crucial”, explicou.

Ações

Durante a reunião, foram destacadas as ações que a Justiça Eleitoral vem realizando para combater a desinformação. Uma das iniciativas é a Coalizão para Checagem - Eleições 2020, que reúne integrantes do Tribunal Superior Eleitoral, TREs e as principais instituições de checagem do Brasil. Todo o conteúdo checado por esse grupo é divulgado na página Fato ou Boato, no portal da Justiça Eleitoral.

Também foram frisadas as parcerias com as plataformas de redes sociais, com apresentação o Tira Dúvidas Eleitoral no WhatsApp - o chatbot do TSE criado para facilitar o acesso do eleitor a informações oficiais - e o formulário de denúncia sobre possíveis disparos em massa no WhatsApp.





Eva Bandeira (ASCOM/TRE-TO)