
Administração afirma que local estava desocupado e que ação foi precedida por notificações; assistência social acompanha o caso.
Gurupi (TO) – A Prefeitura de Gurupi esclareceu, por meio de nota enviada à imprensa local, a polêmica em torno da demolição de uma estrutura localizada na área conhecida como “Cascalheira Municipal”, onde circulou a informação de que residia uma idosa. Segundo o município, o imóvel — uma antiga casa de apoio — encontrava-se desocupado e sem condições de moradia no momento da ação, realizada no dia 6 de maio de 2025.
A demolição fez parte de uma operação contra fornos clandestinos do tipo “rabo quente” utilizados para produção ilegal de lenha, atividade considerada crime ambiental por não possuir licenciamento. O espaço era utilizado irregularmente por familiares de um homem já falecido, que haviam sido advertidos sobre a impossibilidade de manter atividades no local. Segundo informações apuradas, o mesmo realizava a atividade no espaço público há 12 anos.
O procedimento, segundo informações divulgadas, foi conduzido com base em laudo técnico, amparo na legislação ambiental e no Código de Posturas do Município, e contou com o acompanhamento do Departamento de Fiscalização Ambiental. A prefeitura informou ainda que não havia móveis, utensílios ou sinais de habitação recente na estrutura demolida.
A Secretaria Municipal de Assistência Social também se pronunciou, esclarecendo que nenhuma pessoa foi retirada à força do local e que eventuais cidadãos em situação de vulnerabilidade estão sendo inscritos nos programas habitacionais do município.


