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Início » Quando o trono ficou vago: a tentação do poder e a rebelião silenciosa na capital Palmas
Tocantins

Quando o trono ficou vago: a tentação do poder e a rebelião silenciosa na capital Palmas

Claudemir BritoBy Claudemir Brito22 de julho de 2025
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Quando o trono ficou vago: a tentação do poder e a rebelião silenciosa na capital Palmas
Prefeito Eduardo Siqueira Campos, ao lado do seu vice, Carlos Veloso em momento de adoração.

Por Claudemir Brito/Jornalista e editor-chefe do Portal www.claudemirbrito.com.br

Na tradição cristã, Lúcifer não era um ser qualquer. Era um anjo de luz — aquele que era querido e andava próximo ao trono. Mas o brilho o cegou. Movido pela vaidade e pela fome de protagonismo, decidiu que servir já não bastava: queria reinar. Rebelou-se… e caiu. Uma queda que ecoa até hoje, não só nos púlpitos, mas — curiosamente — também nas câmaras e corredores do poder.

Em Palmas, a injusta prisão de Eduardo Siqueira Campos na Operação Sisamnes abriu um vácuo de poder que durou menos que um suspiro de oração. Carlos Veloso, pastor e vice-prefeito, não perdeu tempo. Dizem que influenciado por outro pastor e parente, subiu ao altar do Executivo como quem recebe uma unção divina e passou a governar como se tivesse sido eleito por imposição de mãos — e não por uma chapa que, até então, tinha outro nome no topo.

Assim como Lúcifer desejava o trono celestial, Veloso garantiu logo o trono terreno — ou, para ser exato, a cadeira acolchoada do gabinete central. Exonerou os principais nomes do governo Eduardo, reescreveu a estrutura da gestão e se cercou de fiéis. Fiéis a quê? Não se sabe. Mas certamente não à memória de quem lhe garantiu o cargo que agora tentava cravar como trono vitalício.

A cidade, perplexa, assistia à teatralidade do poder: um interino com sede de protagonismo, promovendo o que muitos chamaram de “purificação institucional”. Como se, para se manter ali, fosse necessário apagar qualquer rastro do gestor anterior — e, se possível, rebatizar a história recente da capital.

E o mais curioso: alguns que antes cantavam hinos de lealdade, que juravam fidelidade ao projeto original, foram os primeiros a se ajoelhar no novo altar. Trocaram o manto da convicção pelo terno da conveniência. Alguns ainda tentaram manter o disfarce, ensaiando discursos piedosos e sorrisos controlados, mas a encenação não resistiu à luz do retorno.

Sim, porque a volta de Eduardo Siqueira Campos não foi apenas jurídica — foi teológica, quase apocalíptica. Um raio em céu de hipocrisia. Expôs os falsos profetas da lealdade, os anjos caídos do discurso e os santos que só aparecem quando há holofotes ligados.

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Mas o tempo, esse juiz silencioso e infalível, pôs tudo em seu devido lugar. Porque, ao contrário do céu, aqui os julgamentos não são eternos — mas são públicos. E o povo, ainda que subestimado, assiste. Nem sempre fala. Mas vê. E lembra.

Assim como no Céu a queda do anjo rebelde precedeu o retorno da ordem divina, em Palmas o retorno de Eduardo não apenas rompeu o silêncio — ele rasgou a fantasia de santidade usada por alguns enquanto o prefeito estava ausente.

E diante dos olhos do povo, sem necessidade de trombetas ou juízo final, ficou claro: quem serviu por fé… e quem só se ajoelhou por sede de poder.

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