Em Figueirópolis, um político estaria chamando atenção pela habilidade de circular entre dois grupos ao mesmo tempo. Pela manhã, sinaliza apoio a um candidato a governador. À tarde, segundo relatos de bastidores, já estaria ao telefone com outro.
A movimentação começa a despertar desconfiança entre aliados e adversários. No meio político, ninguém vê problema em conversar — o problema é prometer fidelidade para lados diferentes no mesmo dia.
A pergunta que corre nos bastidores é simples: até quando esse jogo duplo vai funcionar sem que os dois lados percebam?


